domingo, 30 de abril de 2017

Um ano sem James Magalhães de Medeiros

 
James Magalhães de Medeiros
*09/02/1948 = +30/04/2016
A
 morte é um caminho inevitável. Não porque é uma fatalidade do destino, mas porque faz parte da vida. Temos, um dia, de uma forma ou de outra, que viver isso.

E cada um de nós vive, mesmo se de maneira dolorosamente igual, as diferentes perdas pelas quais temos que atravessar. A pior de todas, é quando alguém que a gente gosta e admira morre. Esse é um sentimento de perda irreparável. E mesmo se o tempo aplaca essa dor, sempre vai ficar dentro da gente aquele sentimento indecifrável de vazio.

Há exato um ano, nos deixava o nosso amigo-irmão JAMES MAGALHÃES DE MEDEIROS, grande figura humana. Homem dedicado aos projetos que abraçava. Sua partida para a casa do Pai foi uma grande perda para os seus familiares, amigos e para as áreas jurídica, intelectual, religiosa e filantrópica.

Quando James partiu, eu afoguei-me em um mar de perguntas e nenhuma resposta me aparecia.

·        Como pode uma pessoa tão dedicada aos familiares, aos amigos e ao trabalho ir embora assim?

·        Como alguém que foi um bom filho, bom irmão, bom marido, bom pai, bom avô, morrer dolorosamente vencido pela doença? 

·        Como algo tão cruel foi acontecer com alguém que sempre fez tanto bem a todos?

De repente, pensei no seu sorriso e em tudo que ensinou. Lembrei-me das nossas conversas sobre o Tribunal de Justiça, Academias Alagoana e Maceioense de Letras, Movimento Familiar Cristão... Aí me lembrei do quanto James foi importante enquanto esteve aqui. Imaginei todas as pessoas que existiram nesse mundo antes de James, e as outras tantas que ainda estão por vir.

Pensei também naqueles que vivem por aqui ainda hoje, e me dei conta de que a grande maioria deles não teve a sorte que nós tivemos de conviver com James. Sim, foi muita sorte mesmo. Porque de tantas vidas por aí, de tantos caminhos, de tantas possibilidades, Deus permitiu-nos conviver, mesmo que por alguns anos, por alguns meses, por alguns momentos, com James.

Hoje prometi a Deus que ia lembrar-me de James sorrindo, feliz com as vitórias, com as conquistas e o bem que fez ao seu próximo. Eu sei bem que a saudade será sempre uma visita constante, mas também entendi que Deus precisava de James em uma nova missão, muito mais importante do que a que realizava nessa vida.

Deus levou James, um amigo querido, um homem honesto, honrado e trabalhador, mas o Céu ganhou mais um anjo, para interceder por todos nós a Santíssima Trindade.


Muitas saudades desse amigo-irmão!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Informe sempre no final do seu comentário o seu nome e a sua Cidade.